Por que nossas expressões faciais não refletem nossos sentimentos

Enquanto realizava pesquisas sobre emoções e expressões faciais na Papua Nova Guiné em 2015, o psicólogo Carlos Crivelli descobriu algo surpreendente. Ele mostrou aos habitantes da ilha de Trobriand fotografias do típico semblante ocidental do medo – olhos arregalados e boca aberta – e pediu que identificassem o que viam. Os trobriandeses não perceberam um rosto assustado. Em vez disso, interpretaram a fisionomia como indicação de ameaça e agressão.